Uma notícia que interessa a todo viajante que sonha com a América do Sul
Na última semana, durante a WTM Latin America 2026 — o maior evento de viagens da América Latina, realizado em São Paulo — o Ministério do Turismo do Brasil e a Subsecretaria de Turismo do Chile se sentaram à mesma mesa com um objetivo claro: ampliar o fluxo de turistas entre os dois países e, mais importante, criar roteiros integrados que permitam que visitantes internacionais conheçam Brasil e Chile em uma única viagem.
O encontro reuniu o ministro do Turismo Gustavo Feliciano e a subsecretária chilena Maria Paz Lagos Valdivieso, e colocou na pauta a criação de roteiros conjuntos, o uso de inteligência artificial na promoção de destinos e a necessidade de ampliar a conectividade aérea entre os dois países.
Para quem já sonha em viver a América do Sul de forma profunda — e não apenas pontual — essa movimentação diplomática confirma algo que nós, da Jornada Trips, já sabemos há bastante tempo: Brasil e Chile são dois capítulos do mesmo livro. E esse livro fica muito mais rico quando lido em sequência.

Subsecretária de Turismo do Chile, Maria Paz Lagos Valdivieso, e o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano / FOTO: Rafael Medelima/MTur
Por que essa aliança importa para o viajante brasileiro
Turismo não acontece em um vácuo. Quando dois governos decidem trabalhar juntos para facilitar e promover o fluxo de visitantes entre seus países, o resultado prático chega até você: mais opções de voos, mais facilidade para cruzar fronteiras, mais produtos turísticos combinados e — eventualmente — preços mais competitivos.
O ministro Feliciano destacou o peso do turismo na economia brasileira, responsável por cerca de 7% do PIB, e defendeu o crescimento sustentável do setor. Do lado chileno, a subsecretária apontou que o turismo também é estratégico para o Chile e reforçou o desejo de fortalecer o setor internamente.
O que isso significa na prática? Que os dois países reconhecem que têm mais a ganhar juntos do que separados — e que o turista que escolhe a América do Sul como destino merece uma experiência integrada, não fragmentada.
Brasil + Chile: uma combinação que vai muito além do óbvio
A pauta da reunião mencionou algo que vai diretamente ao coração do que a Jornada Trips faz: roteiros integrados. Não é novidade para nós. Há tempos operamos jornadas que combinam os dois países em uma única experiência contínua — seja na Rota Patagônia, seja na travessia do altiplano boliviano com entrada pelo Chile.
Mas o que torna essa combinação tão especial?
O Chile e o Brasil são países complementares para o viajante. O Brasil oferece diversidade cultural, natureza exuberante, festas, calor humano e uma gastronomia que surpreende o mundo. O Chile oferece o oposto em vários sentidos: desertos que parecem outros planetas, vinhedos que se estendem até onde os olhos alcançam, montanhas nevadas, lagos de cor impossível e uma organização que facilita a vida do viajante.
Juntos, eles formam um contraste perfeito — e é exatamente no contraste que as melhores jornadas nascem.
As rotas que a Jornada Trips já opera entre Brasil e Chile
Enquanto Brasil e Chile debatem como aprofundar a cooperação nos próximos anos, nossa curadoria já conecta esses dois mundos em jornadas completas. Alguns caminhos que você pode trilhar com a gente:
Rota Patagônia — Uma das travessias mais épicas da América do Sul. Torres del Paine, El Chaltén, El Calafate, os campos de gelo, os pumas selvagens ao amanhecer. Uma jornada para quem quer sentir o planeta em estado bruto.
Atacama + Altiplano Boliviano — De San Pedro de Atacama cruzamos para a Bolívia e chegamos ao Salar de Uyuni — o maior deserto de sal do mundo. Uma rota que muda o referencial de beleza de qualquer viajante.
Santiago + Vinho + Montanha — Para quem quer uma experiência mais contemplativa: a capital chilena, os vinhedos do Vale do Maipo, o spa termal do Cajón del Maipo e as torres dos Andes ao fundo.
O que vem por aí: um momento de oportunidade para quem planeja viajar
A reunião também abordou o uso de inteligência artificial na promoção de destinos e a necessidade de ampliar a conectividade entre os países. Mais voos diretos entre cidades brasileiras e chilenas significa mais flexibilidade de datas, mais opções de embarque e, muitas vezes, tarifas mais acessíveis.
Para quem está planejando uma viagem à América do Sul nos próximos 12 a 24 meses, o momento é favorável. A tendência é que essa integração se aprofunde — e quem se organiza com antecedência viaja melhor, com mais escolha e, frequentemente, por menos.
A visão da Jornada Trips sobre esse cenário
Acompanhamos de perto os movimentos do setor porque fazem diferença direta no que oferecemos aos nossos viajantes. Quando dois países decidem trabalhar juntos para facilitar o turismo, isso se traduz em roteiros mais fluidos, menos burocracia nas fronteiras e mais opções de experiências integradas.
E é exatamente isso que fazemos: não vendemos passagens. Criamos jornadas que transformam quem você é.
A América do Sul tem uma das concentrações de paisagens e culturas mais extraordinárias do planeta — e ainda é subestimada por boa parte dos viajantes brasileiros. Quem descobre essa rota, raramente para por aí.
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Fonte: Ministério do Turismo do Brasil — gov.br/turismo





